segunda-feira, 8 de outubro de 2012



















Um comentário:

  1. Alcança com o vento embalando nossos cabelos, sob um céu azul e então abrimos os braços de modo quase instintivo como se tudo que está a nossa volta nos pertencesse.
    Graças a Deus, diariamente temos motivos para sorrir, e é justamente pelo fato de a felicidade ser cotidiana que perdemos a capacidade de percebê-la, então, temos a impressão de usufruir tal sentimental apenas sob o efeito de acontecimentos raros, pois é, a água que todo os dias desperdiçamos lavando nossas inutilidades,


    Parem e pensem: para quantos dias de lindo sol temos um dia terrível de chuva? Quantos dias nós gozamos de saúde e quantos sofremos com alguma enfermidade? Pegue papel e caneta, ou melhor, pegue a calculadora e faça as contas!
    É por isso que, a cada dia, ando mais apaixonada pela vida,

    e se eu tivesse controle sobre ela, botõezinhos como não existiriam! Eu ia querer viver em câmera lenta! Abro mão de dublês!!! Quero viver todas as emoções, e para isso, não preciso de efeitos especiais! Sou assim: Gosto de escrever muito, pois acho que palavras e sentimentos não devem ser resumidos, por isso eu escrevo mesmo, escrevo até sentir que meus sentimentos foram libertos.

    Há muito tempo gosto de escrever. Antes da internet eu me correspondia com centenas de pessoas de todo o Brasil ,a mesmo de escrever quando veio a primeira decepção morte de meu esposo Enquanto tudo era lindo entre a gente, não existia em mim a necessidade de escrever, isso, e então era através das palavras que eu me consolava. Esta foi a maneira que encontrei para minimizar a minha dor,

    mas naquela época eu sofri tanto que nem isso foi o bastante. Me desesperava ainda mais por não conseguir descobrir um jeito que desse um pause no meu sofrimento. Passei muitas noites chorando deitada no chão ! Ninguém aqui em casa sabia, ninguém imaginava o que eu estava passando!

    Essa dor toda me inspirava muito, eu escrevia coisas tão interessantes que eu até achava que seria capaz de fazer nada so expressar meus sentimento no momento em que eu acordei, e não parei enquanto eu não terminei a carta. Não parava de me surgir ideias e coisas a serem escritas o que resultou numa carta de 7 folhas mais a historia da minha vida, daí não demorou muito e eu fiz O Lívio o meu primeiro livro sobre minha historia
    Hoje não tenho ,ais muito o que escrever pois a minha historia esta dando no fim
    So resta dizerem aqui jaz o corpo de uma mulher que escreveu este livro dia 5 de julho de 2013 JUDITH CAVALCANTE ROMEU.

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